
O que mais me atraiu a ir assistir o filme foi a Emma Watson, porque ela é minha paixão platônica desde Harry Potter e o Cálice de Fogo. E o que me surpreendeu é que o filme, embora esteja pautado num cenário extremamente adolescente, como estes filmes da nova história da Cinderella, este trata de problemas muito mais profundos que nós podemos pensar em entender.

Se você parar somente para ler essa sinopse do filme, muito provavelmente não vai se interessar, mas aquilo que mais intriga é que o filme é um misto de sensações. Ele te deixa alegre, triste, com raiva, confuso, mas ao mesmo tempo, a sensação final é de leveza. Além disso, Charlie sofre com um trauma muito profundo de sua infância, revelado apenas no fim do filme, e isso só tende a piorar com o passar da história.
O filme é extremamente deleitoso para aquelas tardes que queremos descansar a mente, porque se passa num fluxo rápido, e nada cansativo, além de ser um filme um tanto quanto inteligente. É um drama totalmente afundado na montanha russa da vida e vai fundo no cotidiano de um milhão de jovens no mundo inteiro, que souberam desfrutar das vantagens de ser invisível. Vale a pena. Sinta-se infinito.
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